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	<title>Comments on: As relações de trabalho e a propriedade intelectual</title>
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	<description>Quem disse que o Direito não pode ser Legal?</description>
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		<title>By: Agência vs Autor &#124; Henrique Arake</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-2433</link>
		<dc:creator>Agência vs Autor &#124; Henrique Arake</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 11:01:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Obviamente não. Aliás, se quiserem saber sobre como essa questão funciona para direitos industriais (patentes, etc.) leiam este post (link). [...]</description>
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		<title>By: Blogs da ADVFN Brasil &#187; Drops de Arake #8 &#8211; Direito Autoral &#8211; Software</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-1899</link>
		<dc:creator>Blogs da ADVFN Brasil &#187; Drops de Arake #8 &#8211; Direito Autoral &#8211; Software</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 23:21:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de Arake #1 – Posso patentear uma idéia?  As relações de trabalho e a propriedade intelectual   Link permanente para este [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Arake #1 – Posso patentear uma idéia?  As relações de trabalho e a propriedade intelectual   Link permanente para este [...]</p>
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		<title>By: Henrique Arake</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-573</link>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 23:18:18 +0000</pubDate>
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		<description>Caramba! Vamos com calma.

Pra todo mundo entender: Quid iures ou quid iuris, salvo engano e o meu &quot;mau latim&quot;, significa qual é o direito, ou, no caso, quem tem o melhor direito no caso.

Primeira pergunta: &quot;Quid iures se o invento for uma criação ou modelo de utilidade que não esteja coberto pelas tarefas ou actividades acordadas, mas produzido no horario de trabalho?&quot;

Das duas uma: se o empregado desenvolveu &lt;strong&gt;no horário de trabalho&lt;/strong&gt;, então ele desenvolveu algo que não estava em suas atribuições, mas durante o expediente. Correto? Então é a terceira hipótese que expliquei, ou seja, condomínio. AGora, se ele desenvolveu em horário de almoço e sem utilizar absolutamente NADA do seu empregador, então o invento ou modelo é dele exclusivamente.

Segunda pergunta: &quot;Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade estiverem ao abrigo do contrato de trabalho mas que não sejam do interesse do empregador?&quot;
Depende do que você quer dizer por &quot;não ser do interesse do empregador&quot;. A rigor, todos os inventos &lt;strong&gt;são do empregador&lt;/strong&gt;, então, para que passe a ser do empregado, o empregador deve manifestar vontade expressa nesse sentido. IMHO lógico. É defensável a tese de que se ele não quer, ele estaria rejeitando sua prerrogativa de registrar a patente e o empregado, nesse caso, conforme prescreve a lei, pode fazê-lo.

Terceira pergunta: &quot;Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade forem produzidos nao ao abrigo do contrato mas como produto da utilização dos meios de trabalho do empregador?&quot;

É o caso, novamente, da terceira hipótese, como na primeira pergunta, ora. Se o invento ou modelo foi desenvolvido utilizando-se laboratório do empregador, por exemplo, é hipótese de condomínio.

Quarta pergunta: &quot;Quid iures se o autor que esteja vinculado a uma empresa para produzir um determinado invento, o faz fora da empresa usando meios proprios?&quot;

É o caso da segunda hipótese. Veja bem, se te contratei para construir um carro elétrico movido à queijo e você o desenvolve na sua casa, bom... presume-se que você: a) &quot;roubou&quot; minha idéia; ou b) preferiu trabalhar em casa. Em todo o caso, a propriedade é minha.

Hm... não sei porque fiquei com a impressão que respondi um trabalho acadêmico de alguém, mas tudo bem :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba! Vamos com calma.</p>
<p>Pra todo mundo entender: Quid iures ou quid iuris, salvo engano e o meu &#8220;mau latim&#8221;, significa qual é o direito, ou, no caso, quem tem o melhor direito no caso.</p>
<p>Primeira pergunta: &#8220;Quid iures se o invento for uma criação ou modelo de utilidade que não esteja coberto pelas tarefas ou actividades acordadas, mas produzido no horario de trabalho?&#8221;</p>
<p>Das duas uma: se o empregado desenvolveu <strong>no horário de trabalho</strong>, então ele desenvolveu algo que não estava em suas atribuições, mas durante o expediente. Correto? Então é a terceira hipótese que expliquei, ou seja, condomínio. AGora, se ele desenvolveu em horário de almoço e sem utilizar absolutamente NADA do seu empregador, então o invento ou modelo é dele exclusivamente.</p>
<p>Segunda pergunta: &#8220;Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade estiverem ao abrigo do contrato de trabalho mas que não sejam do interesse do empregador?&#8221;<br />
Depende do que você quer dizer por &#8220;não ser do interesse do empregador&#8221;. A rigor, todos os inventos <strong>são do empregador</strong>, então, para que passe a ser do empregado, o empregador deve manifestar vontade expressa nesse sentido. IMHO lógico. É defensável a tese de que se ele não quer, ele estaria rejeitando sua prerrogativa de registrar a patente e o empregado, nesse caso, conforme prescreve a lei, pode fazê-lo.</p>
<p>Terceira pergunta: &#8220;Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade forem produzidos nao ao abrigo do contrato mas como produto da utilização dos meios de trabalho do empregador?&#8221;</p>
<p>É o caso, novamente, da terceira hipótese, como na primeira pergunta, ora. Se o invento ou modelo foi desenvolvido utilizando-se laboratório do empregador, por exemplo, é hipótese de condomínio.</p>
<p>Quarta pergunta: &#8220;Quid iures se o autor que esteja vinculado a uma empresa para produzir um determinado invento, o faz fora da empresa usando meios proprios?&#8221;</p>
<p>É o caso da segunda hipótese. Veja bem, se te contratei para construir um carro elétrico movido à queijo e você o desenvolve na sua casa, bom&#8230; presume-se que você: a) &#8220;roubou&#8221; minha idéia; ou b) preferiu trabalhar em casa. Em todo o caso, a propriedade é minha.</p>
<p>Hm&#8230; não sei porque fiquei com a impressão que respondi um trabalho acadêmico de alguém, mas tudo bem <img src='http://www.arake.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: Dolphin</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-572</link>
		<dc:creator>Dolphin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 17:31:53 +0000</pubDate>
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		<description>O me diria nos casos abaixo?
 •	Quid iures se o invento for uma criação ou modelo de utilidade que não esteja coberto pelas tarefas ou actividades acordadas, mas produzido no horario de trabalho?

•	Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade estiverem ao abrigo do contrato de trabalho mas que não sejam do interesse do empregador?

•	Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade forem produzidos nao ao abrigo do contrato mas como produto da utilização dos meios de trabalho do empregador?

•	Quid iures se o autor que esteja vinculado a uma empresa para produzir um determinado invento, o faz  fora da empresa usando meios proprios?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O me diria nos casos abaixo?<br />
 •	Quid iures se o invento for uma criação ou modelo de utilidade que não esteja coberto pelas tarefas ou actividades acordadas, mas produzido no horario de trabalho?</p>
<p>•	Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade estiverem ao abrigo do contrato de trabalho mas que não sejam do interesse do empregador?</p>
<p>•	Quid iures se a invenção ou modelo de utilidade forem produzidos nao ao abrigo do contrato mas como produto da utilização dos meios de trabalho do empregador?</p>
<p>•	Quid iures se o autor que esteja vinculado a uma empresa para produzir um determinado invento, o faz  fora da empresa usando meios proprios?</p>
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		<title>By: Blogs da ADVFN Brasil &#187; As relações de trabalho e a propriedade intelectual</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-362</link>
		<dc:creator>Blogs da ADVFN Brasil &#187; As relações de trabalho e a propriedade intelectual</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 09:01:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] originalmente publicado na Lex Perfecta em 09.03.2010 e no meu blog em [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] originalmente publicado na Lex Perfecta em 09.03.2010 e no meu blog em [...]</p>
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		<title>By: Henrique Arake</title>
		<link>http://www.arake.com.br/2010/03/10/as-relacoes-de-trabalho-e-a-propriedade-intelectual/comment-page-1/#comment-318</link>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:58:22 +0000</pubDate>
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		<description>Ok, vou escrever um post sobre marcas, apesar que aí já é mais questão de prestação de serviços civis em vez de relação de emprego, mas vou ver o que posso fazer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, vou escrever um post sobre marcas, apesar que aí já é mais questão de prestação de serviços civis em vez de relação de emprego, mas vou ver o que posso fazer.</p>
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