Prezados leitores, não se assustem, é só que, às vezes, o sentimento é tão forte que é impossível segurar!
Poesia é um Sonho que se sonha e
Um Sonho que se sonha é Poesia, mas
Poesia que só se sonha não é Sonho
Nem, muito menos, Poesia.
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Um dia, tive uma idéia,
Em um dia, para Poesia
E foi num Sonho que tive a idéia e
Sonhei minha Poesia.
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Então, escrevi e escrevi o Sonho e a forma, Poesia
E a forma, Poesia, é um Sonho, um Sonho, Poesia.
Mas se só Sonho, não é Poesia,
Mas se Poesia, carece um Sonho,
Mas se carece e porque falta.
Mas se algo falta, é Poesia?
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Falta algo, que não falta, sim, algo que falta a toda Poesia:
Uma Musa! É Poesia! Um Sonho, uma musa e Poesia!
Também meus Sonhos, têm uma Musa, também meus Sonhos, Poesia,
Que os atrai e os afunila em outros Sonhos e Poesias.
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Poesia, Poesias, Sonho, Sonhos, minha Musa.
Essa é uma Poesia, que veio, sim, também de um Sonho.
Confuso, denso, Confuso, insano, Confuso, intenso,
Como são os Sonhos?
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Mas é também uma Poesia,
Presente ao tempo em que foi
Escrita!
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Que essa Poesia, e esse Sonho,
Sejam homenagem à minha querida,
Amada Musa,
Querida Musa:
Testemunho de meu amor e carinho,
Amor e admiração,
Amor e volúpia,
Amor e estupor
E Amor,
E Amor,
E Amor à minha doce e perfeita Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya, Cintya.
Pequena, suave, doce e única Cintya.
Esse texto está Confuso, bem sei, mas não é para ser lido, mas visto, aqui!
